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A UBERIZAÇÃO DO TRABALHO NÃO É INEVITÁVEL: Um assalariado sem submissão é possível?

Na esperança de persuadir os opositores da reforma trabalhista, o governo francês agendou mais de oitenta reuniões com sindicatos daqui até setembro. Mas consultar não é negociar, muito menos coescrever a lei. Não seria a hora de trilhar o caminho para pôr fim às relações de subordinação próprias do contrato de trabalho, reforçando os direitos sociais?

Danièle Linhart[*]

É raro ver trabalhadores reivindicando uma relação de submissão com seus patrões. No entanto, os condutores de veículos particulares que trabalham em conjunto com as plataformas digitais, como o Uber, empunharam essa bandeira na França. Eles querem sair da situação de autônomos para poder contar com direitos sociais, argumentando que, na verdade, dependem de um empregador ao qual são subordinados. “Começa uma nova batalha legal em torno do Uber”, destaca o jornal econômico Les Échos. “A Urssaf [União de Cobrança das Contribuições de Previdência Social e Alocações Familiares] está processando a plataforma para reclassifi…

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